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  • Oi Pessoal! Sejam bem-vindos ao Blog da Minhokinha. Muito prazer, eu sou Beth Fernandes! Moro em Brasília, farei 32 anos dia 27/09, tenho uma filha linda, um esposo apaixonado, uma vida simples como a de muita gente. Esse é um cantinho para relaxar, para as horas livres, para esfriar a cabeça. Para fazer amigos e descontair. Então, vamos nessa!!! :c)

    Data e Hora Nosso dia começa cedo, às 06h00

    Tempo período de chuvas, graças a Deus

    vestindo sempre a vontade

    calçando sempre confortável

    Coemendo algo gostoso, com certeza

    Bebendo algo refrescante, com certeza

    Assisitindo noticiário

    Navegando visitando o mundo virtual dos amigos

    Ouvindo minha filhinha tagarelando..rs

    Pensando mil coisas para fazer, será que dá tempo?

    Novidades2008 promete ser um ótimo ano

    Sentindo feliz da vida

    MSN sempre com as pessoas que gosto





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    | Obrigada Evelyn!






  • *.*Mãe/Pai Ideal - Danuza Leão*.*

    Ah, ser mãe é difícil! Não existe filho que não tenha dito ou pelo menos pensado: "- não aguento minha mãe".
    Há coisas a ser evitadas para não criar atritos com os filhos.
    Toda mãe tem vontade de telefonar para o filho.
    Meu conselho: não telefone.
    Deixe seu filho em paz, mas esteja sempre à disposição, a qualquer hora do dia ou da noite, para ouvi-lo.
    Quando ele disser que vai viajar, não pergunte jamais - quantos dias ficará fora e quando voltará.
    Se não resistiu e perguntou, não telefone para ele no dia da chegada, antes de ele ligar, ou corre o risco de ser vítima de alguma atrocidade.
    A mãe ideal é aquela que não dá palpite sobre nada, a não ser quando consultada e, mesmo assim, tomando o maior cuidado com o que vai falar se ele se queixar da mulher, não aproveite para dizer tudo que está atravessado na sua garganta desde o dia em que ele te abandonou por ela.
    Ouça tudo, mas fique muda, porque eles vão fazer as pazes e vai sobrar para quem ???
    Não tente seduzir seu filho com propostas do tipo:
    -Domingo vou fazer aquele spaguetti com camarão que você adora, quer vir almoçar?
    Se quiser ser mesmo uma mãe maravilhosa, mande levar na casa dele aquele bolo de laranja com cobertura de açúcar e limão que só você sabe fazer mas, não telefone para saber se ele gostou.
    Quando ele ligar - se ligar- para dizer que adorou, não peça o Typerware que foi o bolo, esse, esqueça, nunca mais!!
    Quer saber o que é uma mãe confortável?
    É aquela que tem vida própria, que não vive a vida do filho...
    Aquela que não fica triste ao constatar que ele se importa mais com seus próprios filhos do que com você:

    a vida é assim, e o amor de cima para baixo, - de mãe para filho - é muito maior do que aquele de baixo para cima, de filho para mãe ele também vai ficar triste quando perceber um dia, já avô, que seus filhos gostam muito mais dos seus próprios filhos do que dele, o que é natural.
    E isso não é bom nem ruim, nem justo, nem injusto: Apenas é...
     

     

    Obrigada pelo texto Cissa, adorei!!

     



    - Postado por: Beth Fernandes às 20h45
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    *.*Ser Transparente*.*

    Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente...
    Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros.
    Mas ser transparente é muito mais do que isso.
    É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sente...
    Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir muros...
    Ser transparente é permitir que a doçura aflore, transborde...
    Mas, infelizmente, a maioria decide não correr esse risco.
    Preferimos a dureza da razão à leveza reveladora da fragilidade humana.
    Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da alma...
    Preferimos nos perder numa busca por respostas a simplesmente admitir que não sabemos nada e que temos medo!
    Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
    E assim, vamos nos afundando em falsas palavras, atitudes, em falsos sentimentos...
    Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar...
    A doçura, a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós...

    Uma saudade desesperada de nós mesmos, daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar...
    Porque aprendemos que isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro!
    Quando, na verdade, agir com o coração, poupa a dor...
    Sugiro que deixemos explodir toda a doçura!
    Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis...
    Chega de tentar controlar tanto...
    Responder tanto...
    Competir tanto...
    Tente simplesmente viver, sentir e amar.

    Texto de Rosana Braga

    www.globo.com/maisvoce

     



    - Postado por: Beth Fernandes às 08h45
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    *.*Quer rir um pouco?*.*

    Era uma vez um pardal cansado da vida.
    Um dia, resolveu sair voando pelo mundo em busca de aventura.
    Voou até chegar numa região extremamente fria e foi ficando gelado até ele não poder mais voar e caiu na neve.
    Uma vaca, vendo o pobre pardal naquela situação, resolveu ajudá-lo e defecou em cima dele (para esquentar, claro!)
    Ao se sentir bem quentinho e confortável, o pardal começou a cantar.
    Um gato ouviu o seu canto e foi até lá, retirou-o daquela situação e o comeu.

    Moral da história:
    1) nem sempre aquele que defeca em cima de você é seu inimigo;
    2) nem sempre aquele que tira você da píííííí é seu amigo;
    3) desde que você se sinta quente e confortável, mesmo que esteja na píííííí, conserve seu bico fechado;
    4) quem está na píííííí não canta.

    Créditos para o site: http://www.globo.com/maisvoce



    - Postado por: Beth Fernandes às 10h52
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    *.*Bom Fim de Semana*.*



    - Postado por: Beth Fernandes às 16h31
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    14 de Maio - Dia das Mães

     

    Existe uma sensibilidade ímpar nas pessoas que fazem poesias. Palavras doces para alimentar o ego, luz para nossos caminhos, carinho para nossa alma. Mas, por mais doces e iluminadas sejam as palavras para designar o que seja ser Mãe, só vivendo esta grande dádiva para sabê-lo. Eu diria que ser Mãe é um exercício diário e magnífico de amar. É dar muitos beijinhos e muitos abraços naquela criaturinha fofa e gostosa que tem o olhar mais inocente e sapeca. É querer que a noite passe logo para de manhã cedinho dar um beijo de Bom Dia. É querer fazer uma comidinha bem gostosa, é querer dar um banho para deixar sua riqueza fresquinha, cheirosa e mais deliciosa. É querer ficar naquele namoro gostoso, olhos nos olhos, mão brincando com mão na hora de amamentar (Ah!!! Amamentar... Que momento!! Que privilégio poder fazê-lo!).

    É acompanhar cada passo de seu desenvolvimento e ter um orgulho imenso de ensinar as primeiras palavras, a bater palminha, a dar tchauzinho, a andar, brincar...

    Mais que Ser Mãe, o melhor é Sentir a maternidade em toda a sua plenitude, com toda sua emoção. É realmente uma Dádiva, mas com a consciência de que essa pessoinha, tão especial que você deu a vida, tem asas e que um dia ganhará o mundo. Dê de bagagem o Amor.

     

    Para quem é Mãe, desejo um Abraço de Coração. Para quem está esperando seu presente de Deus eu desejo uma boa hora, com Nossa Senhora iluminando esse momento tão especial. Um beijo também às mães que deram luz, uma nova perspectiva de vida e que amam seus filhos do coração.

    Ser mãe não é apenas parir e/ou criar, ser mãe é, primeiramente, dar amor!!

     

       

     



    - Postado por: Beth Fernandes às 13h32
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    Puericultura
    Nenê bem calminho
    Aprenda o passo-a-passo para fazer seu filho interromper o choro em segundos usando uma técnica secular adotada por vários pediatras

    Diana Cortez

    A cena nos primeiros meses com o bebê em casa costuma se repetir: basta entardecer para o pequeno começar a chorar, ou melhor, a berrar muito. Aí vem o desespero na tentativa de descobrir o que o desagrada. Acontece que mesmo procurando aquecê-lo no caso de ele ter frio, oferecer mais uma mamada, dar colo e constatar que a fralda não está suja, o pimpolho não pára de gritar. Depois das diversas tentativas frustradas, o diagnóstico final dos exaustos pais é a impiedosa cólica.

    Para o pediatra norte-americano e especialista em desenvolvimento infantil Harvey Karp, é outro o motivo que tanto incomoda o recém-nascido. "Eles ficam aborrecidos por sentirem falta das sensações de antes de nascer, como o som constante que ouviam no útero, o sacolejo e o conforto que tinham ao ficarem apertadinhos", explica.

    A psicóloga do desenvolvimento, pesquisadora e professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Maria Lúcia Seidl de Moura afirma que além da falta dessas sensações, o bebê chora para aliviar a sobrecarga causada pela interação sofrida durante todo o dia (como ouvir conversas, passear, ver pessoas). "Ele tem uma estimulação excessiva à qual não estava acostumado, mas que é essencial para o amadurecimento de seu sistema nervoso", revela Maria Lúcia, que também é uma das autoras do livro Bebês: ciência para conhecer, afeto para cuidar (Editora Proclama). A especialista alerta para a necessidade de o bebê ser tranqüilizado com toda atenção, carinho e afeto.

    Dar colo, aconchegar e baixar o tom de voz, no entanto, nem sempre funciona. Neste caso, Karp sugere uma técnica usada há séculos pelos maiores acalmadores de bebês, apresentada em seu DVD (Anasoft) e livro O bebê mais feliz do pedaço (Editora Planeta). "Ela é ideal para os três primeiros meses, quando o bebê ainda é imaturo", explica. "Acalmar o recém-nascido é imitar as qualidades do útero", finaliza. Confira os oito passos para tranqüilizar seu filho em segundos:

    Coloque a manta estendida debaixo do bebê como um losango. Dobre a ponta de cima e posicione a criança sobre ela de modo que seu pescoço fique na mesma linha da dobra.

     

    1
    Coloque a manta estendida debaixo do bebê como um losango. Dobre a ponta de cima e posicione a criança sobre ela de modo que seu pescoço fique na mesma linha da dobra.

    fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT



    - Postado por: Beth Fernandes às 11h31
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    Mantenha o bracinho direito do bebê junto do corpo. Então, puxe a ponta da manta e prenda-a sob a nádega esquerda dele.

    fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT


     

    3
    Puxe a ponta debaixo em um movimento ascendente e prenda-a acima do ombro esquerdo de modo que ela envolva o outro bracinho e limite seu movimento.

    fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT


     

    4
    Puxe para baixo o pedacinho de manta que sobrou sobre o ombro e dobre-o até a metade do peito, formando um decote em V.

    fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT


     

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    Com a ponta restante, enrole a manta firmemente em volta do corpo do nenê e prenda-a para que o embrulho não se abra por inteiro. Não se preocupe se as pernas do bebê ficarem um pouco soltas. No entanto, é importante manter os braços presos, caso contrário ele continuará se agitando.

    fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT


     

    6 Posição de lado ou de bruços
    Com o bebê enrolado, sente-se com as pernas juntas. Coloque-o de lado ou de bruços apoiado sobre elas com o rosto levemente para a lateral. Esta posição também pode ser feita com o nenê nos braços. Cada criança vai preferir um ângulo específico. Cabe aos pais descobrir como ele se sente mais confortável.

    fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT


     

    7 Chiado
    Na mesma posição, aproxime sua boca da orelhinha dele e faça um extenso som de "xiiiiii". O volume deve ser tão alto quanto o choro para que ele preste atenção. O barulho ouvido pelo feto no útero é mais alto do que um secador de cabelo. Por isso, o chiado é algo agradável para ele. Também é possível usar um rádio ou uma TV fora de sintonia.

    fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT



    - Postado por: Beth Fernandes às 11h31
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    8 Balanço
    Inicie movimentos leves e pequenos de vaivém com as pernas apenas apoiando a cabecinha do bebê, pois ela precisa balançar suavemente. Este método também pode ser feito apoiado nos braços ou até num balanço eletrônico para bebês, devidamente preso com o cinto. Assim que ele ficar calmo, diminua gradualmente o balanço (e o chiado) e coloque-o no berço ainda enrolado, mas com a barriga para cima. Com certeza ele dormirá por mais tempo.

    fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT


    Mãe segura

    É preciso manter a calma para tranqüilizar o bebê Isso é o que aconselha Betina Serson, psicopedagoga , de São Paulo. Segundo ela, já foi assunto na comunidade médica americana a chamada síndrome de shaken baby (tradução: bebê sacudido). Acontecia quando, na tentativa de acalmar o bebê, as mães já nervosas balançavam seus filhos com muita intensidade, podendo até machucá-los. "Apesar de ser frustrante a criança não parar de chorar, a mulher deve ter consciência de que isso não significa que ela é uma mãe ruim, mas uma necessidade do bebê extrapolar as emoções. Assim, ela ficará menos ansiosa e conseguirá contornar a situação", aconselha. Outra maneira de sentir-se mais segura é buscar ajuda do parceiro e de parentes.

    Fotos: MARIO LEITE produção: KIKA PAGNOT modelo: RAUL agência: DOIS TONS Edredom e almofadas: Nany Nap Body manta de algodão: Infantil

    CRÉDITOS PARA A REVISTA "MEU NENÊ", EDIÇÃO DE MARÇO/2006



    - Postado por: Beth Fernandes às 11h30
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